terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Novos procedimentos cobertos por planos de saúde



A partir de janeiro de 2014, os beneficiários de planos de saúde individuais e coletivos terão direito a mais 87 procedimentos, incluindo 37 medicamentos orais para o tratamento domiciliar de diferentes tipos de câncer e 50 novos exames, consultas e cirurgias.

A principal novidade no rol de procedimentos da agência é a inclusão de tratamento para o câncer em casa, com medicamentos via oral. Serão ofertados medicamentos para o tratamento de tumores de grande prevalência entre e população, como estômago, fígado, intestino, rim, testículo, mama, útero e ovário. A terapia medicamentosa oral contra o câncer promove maior conforto ao paciente e reduz os casos de internação para tratamento em clínicas ou hospitais.
 
“Os planos de saúde serão obrigados a oferecer a seus beneficiários o que há de mais moderno no tratamento médico, como o caso desses 37 novos medicamentos que serão incorporados ao tratamento do câncer. É uma mudança de paradigma e um avanço importante para complementar o cuidado do paciente da saúde suplementar”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O novo rol também contempla o cuidado integral à saúde e o tratamento multidisciplinar ao prever na cobertura obrigatória consulta com fisioterapeuta, além de ampliar o número de consultas e sessões de seis para 12 com profissionais de especialidades como fonoaudiologia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional. Pacientes, por exemplo, que queiram se submeter à laqueadura, vasectomia, cirurgia bariátrica, implante coclear e ostomizados ou estomizados têm direito a 12 sessões de psicologia.

NOVOS PROCEDIMENTOS - Além disso, foram incluídos 28 cirurgias por videolaparoscopia (procedimentos menos invasivos que reduzem os riscos para o paciente e o tempo de internação), além de tratamento de dores crônicas nas costas utilizando radiofrequência e tratamento de tumores neuroendócrinos por medicina nuclear. Também foi estabelecida a obrigatoriedade do fornecimento de bolsas coletoras intestinais ou urinárias para pacientes ostomizados. Além das bolsas, também devem ser ofertadas ao paciente os equipamentos de proteção e segurança utilizados conjuntamente com elas, como as barreiras protetoras de pele.

No rol odontológico, passam a constar a realização de enxertos periodontais, teste de identificação da acidez da saliva; e tunelização (cirurgia de gengiva destinada a facilitar a higienização dentária).

"Historicamente, as inclusões de procedimentos no Rol não têm causado grande impacto nos custos e nós acreditamos que dessa vez não será diferente. É importante levar em consideração também que o uso de medicamentos para tratamento de câncer e novos procedimentos com tecnologia avançada deverão diminuir o tempo de internação e facilitar a recuperação dos pacientes, como no caso das cirurgias por videolaparocopia, menos invasivas", esclareceu o diretor-presidente da ANS, André Longo.

AMPLIAÇÃO – Além de inclusões, a ANS ampliou o uso de outros 44 procedimentos já ofertados no rol da agência. Entre eles, o exame pet scan que passa de três para oito indicações: além de tumor pulmonar para células não pequenas, linfoma e câncer colo-retal, o exame passa a ser indicado também para a detecção de nódulo pulmonar solitário, câncer de mama metastático, câncer de cabeça e pescoço, melanoma e câncer de esôfago. O exame de angiotomografia coronariana também foi ampliado para pacientes de risco baixo e intermediário para doenças coronarianas, assim como a tomografia de coerência ótica – que agora também tem indicação coberta pelas operadoras para patologias retinianas, entre elas: edema macular cistoide, edema macula diabético.
A medida é válida para consumidores com planos de saúde de assistência médica contratados após 1º de janeiro de 1999 no país e também para os beneficiários de planos adaptados à Lei nº 9.656/98.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

De olho no estresse: aprenda a reconhecer os 10 principais sintomas

Uma pesquisa da International Stress Management Association revelou que, de cada dez trabalhadores brasileiros, três sofrem de estresse no nível mais alto. Preparamos um guia para você reconhecer os dez principais sinais do estresse.

 1. Queda de cabelo

Além de adrenalina, noradrenalina e cortisol, o trio hormonal estressante por natureza, situações que exigem demais da gente levam à produção de uma proteína chamada NGF. Ela provoca infamação em várias partes do corpo, inclusive nos folículos por meio dos quais nascem os pelos e o cabelo. Aí, eles caem em um ritmo muito mais acelerado do que o normal, algo em torno de 100 fios diários. “Uma dieta equilibrada, com frutas e vegetais, ajuda a diminuir a infamação”, diz a dermatologista Roberta Sengelmann, de Santa Bárbara, nos Estados Unidos.
 

2. Dor de estômago

O cérebro e o trato digestório estão intimamente relacionados. Daí, quando a cachola fica sobrecarregada, estômago e companhia pagam o pato. Em situações de estresse agudo, até diarreia pode ocorrer. A adrenalina e a noradrenalina produzidas pelo organismo agem sobre a motilidade do intestino e fazem o esfíncter relaxar. Para aliviar a dor de estômago, por exemplo, uma dieta rica em fibras cai superbem. Isso porque, além de evitar a prisão de ventre, equilibra a produção de bactérias do aparelho gástrico.
 

3. Pálpebras trêmulas

Embora os médicos não tenham decifrado ainda o mecanismo que defagra o fenômeno, pálpebras que tremem são um dos principais sinais de estresse. Normalmente, ele se restringe a um olho. “É provável que seja o resultado de uma contração muscular exagerada em um músculo bastante sensível”, sugere a psicóloga Ana Maria Rossi, diretora da International Stress Management Association (Isma-BR). Fechar os olhos por alguns instantes para relaxá-los costuma ajudar. Também vale pressionar levemente com os dedos a região pulsante ou usar colírios que imitam lágrimas.
 

4. Sinais na pele

Acne, psoríase e coceiras costumam surgir no momento em que a gente menos precisava delas. Um estudo realizado pela Isma-BR revelou que 30% da população desenvolve algum problema dermatológico por causa do estresse. Os fatores são múltiplos, no entanto, mais uma vez envolvem o hormônio cortisol, que interfere na hidratação da pele, tornando-a muito ressecada ou bastante oleosa. Sabonetes bactericidas e hidratantes à base de ureia podem ajudar no caso da acne e das coceiras. Para a psoríase, melhor procurar um médico mesmo, que deve prescrever remédios específicos.
 

5. Corpo travado

Os hormônios que inundam o corpo nas situações estressantes deixam os músculos contraídos. Se você precisa fugir de um predador, até que esse efeito é útil. Do contrário, resta a dor. Mexer-se é a melhor forma de não travar. Se não der para ir à academia, pelo menos se alongue em casa ou no escritório: tente alcançar as pontas dos pés com os dedos das mãos sem dobrar as pernas, incline o pescoço de um lado para o outro, gire os ombros.
 

6. Ranger os dentes

Há uma forte associação entre o estresse e o ranger ou apertar demais os dentes, sobretudo na calada da noite. No final das contas, isso gera dor na face e na mandíbula. “A solução é usar placas de acrílico, feitas sob medida, para diminuir a pressão”, diz o dentista Jorge Faber, da Universidade de Brasília. Utilizar o acessório reduz a dor e o desgaste dentário excessivo.
 

7. Pés e mãos gelados

A adrenalina faz com que os vasos do corpo se comprimam. “Assim, menos sangue circula pelas regiões periféricas, como mãos e pés”, diz Ana Maria Rossi. As extremidades ficam geladas, mesmo com o termômetro na casa dos 30 ºC. Não há motivos para preocupações. Assim que relaxar, a temperatura nessas áreas volta ao normal.
 

8. Insônia

O estresse tem diferentes fases. A primeira é a do alerta e “a última é a da exaustão, quando os primeiros sinais de insônia aparecem, a pessoa demora a adormecer ou tem o sono picotado”, descreve a psicóloga Carolina Michaella, do Centro Psicológico de Controle do Stress, em São Paulo. Para não piorar o problema, evite tudo o que atrapalha o suave adormecer: cafeína depois das 18 horas, álcool, claridade no quarto e cochilos durante o dia.
 

9. Mau humor

A fase intermediária do estresse – entre o alerta e a exaustão – é a da resistência. “Nela, o corpo trabalha para impedir o desgaste total da energia. A pessoa se mostra mais cansada, repetitiva e fala o tempo todo do motivo do estresse, tornando-se chata”, diz Carolina. Há outra razão por trás disso. O cortisol nas alturas leva a um desequilíbrio nos sistema imunológico que, segundo uma pesquisa da Universidade de Ohio, nos EUA, está ligado ao estado de espírito.
 

10. Libido baixa

Tudo culpa da torrente hormonal que interage com outros hormônios, os sexuais, acabando com a motivação para o rala e rola. Um estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo, realizado em 2010, revelou que 90% das mulheres que procuraram o ambulatório de sexualidade relatavam estar estressadas. Para reverter o quadro, estimule o parceiro a investir nas preliminares para ajudá-la a entrar no clima. Ou faça isso com suas próprias mãos.

Fonte: Revista saude, editora abril

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Asma infantil: 5 situações que demandam atenção dos pais

O Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia criou cinco tópicos sobre asma infantil aos quais pais e médicos devem estar sempre de olho. Confira a importância de cada um e, se for o caso, aplique as perguntas em casa.

1. A asma faz a criança evitar a prática de esportes ou de outros exercícios?

Cansaço depois de uma simples corrida e pouca vontade para jogar bola não raro são encarados como sintomas naturais da asma. “Alguns pais até acreditam que seu filho só é quietinho, simples assim”, repara Márcia Pizzichini, pneumologista e coordenadora da Comissão de Asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Nada disso! A falta de fôlego ou a resistência diante das atividades físicas são indícios de que a doença não está controlada — logo, a situação precisa ser repassada ao médico. “É fundamental comparar se a criança gasta energia como as outras”, completa Márcia. Até porque suar a camisa atenua as manifestações da enfermidade e evita o ganho de peso.



2. O pequeno vem faltando com frequência na sala de aula?


A asma é um importante fator de absenteísmo escolar. Tanto que, nos Estados Unidos, ela está entre as principais causas de cadeiras vazias nas classes. Mas isso não quer dizer que seja normal, mesmo para um jovem com o problema, ausentar-se várias vezes das aulas. Quando isso ocorre, converse com o profissional de saúde. O Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia ressalta que, se a criança é tratada por um alergologista certificado, o tempo fora da escola diminui até 77%. As faltas, aliás, ainda podem indicar que o paciente está dormindo mal. “Crises durante o sono são comuns e tiram a disposição para sair da cama”, alerta a pediatra Fátima Rodrigues, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo.



3. Quando o jovem sai de casa ou entra nela, será que os sinais tendem a piorar?


Cerca de 80% da molecada asmática apresenta alguma outra alergia. E uma forma de identificar a partícula que a desencadeia é ver a reação do seu filho ao chegar em certo ambiente, seja interno, seja externo. Espirros, coriza e coceira sugerem que há algo incomodando as vias respiratórias. Entre os deflagradores de alergias estão pelos de animais, carpetes, mofo, pólen e cigarro. Evitar contato com esses elementos é um passo, mas a criança não poderá viver para sempre em uma bolha. Especialmente em casos graves ou em que o alérgeno está muito presente — como os ácaros —, recomenda-se um tratamento para deixar o sistema imune menos sensível.



4. A criança se sente triste ou diferente de seus amigos?


Falta de ar e baixo rendimento nos esportes, só para citar duas consequências da asma, podem minar a autoestima e isolar garotos e garotas do convívio com os outros. Para ter ideia, o Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia alerta que quase metade deles já se sentiu deprimido ou excluído — motivos de sobra para manter o quadro sob rédeas curtas. “Às vezes, o próprio estado emocional predispõe a uma crise”, salienta a alergologista pediátrica Cinara Sorice, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Se o pequeno estiver para baixo, tente animá-lo ou leve-o para se divertir com os amigos. E, de novo, busque a orientação do especialista.



5. A asma e seus sintomas parecem ter desaparecido?


Em diversos casos, o paciente mirim aprende a lidar com um condicionamento físico limitado — que, vale repetir, não é positivo. Fica, por exemplo, mais na dele e evita sair de casa para não despertar nenhuma reação. E, embora isso possa ser visto como sinal de melhora — afinal, a tosse e o chiado no peito surgem com menos frequência —, na verdade é um indício de que a encrenca está limitando pra valer a vida daquela criança. Segundo Fátima Rodrigues, não existe uma cura para a asma, mas é possível controlá-la sem restringir o dia a dia de ninguém. “Diagnosticado um sintoma da doença, é essencial tratá-la e acompanhá-la sempre”, conclui.


Fonte: Reista saude - aditora abril

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Caminhada emagrece: detone 2500 calorias em uma semana

Um santo exercício

Quem acha que a caminhada é o exercício certo para quem não curte malhar não sabe do que essa atividade é capaz. E talvez não imagina que a modalidade pode se transformar em uma aliada poderosa para conquistar um corpo sequinho, forte e definido. O segredo para escapar do tédio e fazer a atividade trabalhar a seu favor é variar os tipos de treino no decorrer da semana. "Não adianta caminhar sempre na sua zona de conforto. O corpo precisa receber estímulos diferentes para continuar obtendo resultados", fala Renata Castro, professora de educação física e instrutora de caminhada e corrida do Projeto Mulher, em São Paulo. Para te ajudar, ela elaborou dois treinos sob medida para você: um para quem caminha na esteira e outro para quem prefere andar ao ar livre. Você também pode combinar os dois para deixar o programa ainda mais dinâmico. Cada um é dividido em seis sessões semanais, distribuídas assim: três treinos de força (com variação de velocidade ou de inclinação), dois regenerativos (você vai andar menos e mais leve) e um longo (para trabalhar resistência). "Dessa maneira, o corpo é obrigado a se adaptar a diferentes situações e gasta mais energia", explica Renata. Confira as planilhas montadas pela professora e escolha a que vai ajudar você a mandar embora 2500 kcal em uma semana e queimar todos os excessos.

Passo a passo

A professora Renata Castro dá as coordenadas para você aproveitar o máximo do exercício e ir mais longe sem desanimar nem se machucar

1) Nas subidas e nas descidas outdoor, pise primeiro com a região gordinha do pé (entre os dedos e a parte cava) para reduzir o impacto nas passadas e proteger os joelhos.

2) Quando acelerar, use os braços para ajudar no movimento, como se fossem alavancas.

3) Contrair a barriga durante a caminhada impede que você projete os quadris para trás e, assim, protege as costas. E ainda tem o efeito de vários abdominais, pois trabalha a musculatura em isometria.

4) O treino longo pode ser um pouco monótono, mas não desista. Se sentir cansaço, diminua a intensidade por 1 minuto e em seguida retome o ritmo. Vá alternando assim até completar o tempo total.
 

Entenda o treino



Segunda e quarta: treino de força com velocidade = 450 calorias (cada um)

Terça e quinta: treino regenerativo = 250 calorias (cada um)

Sexta: treino de força com inclinação = 450 calorias

Sábado: treino longo = 650 calorias
Escolha seu ritmo

Aprenda a determinar a intensidade do seu treino

Caminhada leve: você consegue conversar com facilidade, é como se fosse um passeio.

Caminhada moderada: mais acelerada, porém ainda dá para bater papo. Você usa os braços para ajudar no movimento.

Caminhada forte: você começa a ficar ofegante e movimenta bastante os braços e as pernas. É como se estivesse com pressa. Descanso ativo: você não fica parada, mas caminha sem esforço.

Você pode fazer o treino na esteira ou na rua.

Treino na esteira - Semana 1

Segunda e quarta: 10 min de caminhada leve + 24 min (alternar 1 min de caminhada forte + 2 min de caminhada leve) + 10 min de caminhada leve. Total: 44 min

Terça e quinta: 20 min de caminhada leve + 20 min de caminhada moderada. Total: 40 min

Sexta: 10 min de caminhada leve + 8 min de caminhada forte com inclinação 1% + 10 min caminhada forte com inclinação 2% + 8 min caminhada forte com inclinação 3% + 10 min de caminhada leve. Total: 46 min

Sábado: 20 min de caminhada leve + 70 min de caminhada forte. Total: 90 min

Treino na esteira - Semana 2

Segunda e quarta: 15 min de caminhada leve + 30 min (alternar 2 min de caminhada forte + 1 min de caminhada leve) + 15 min de caminhada leve. Total: 60 min

Terça e quinta: 20 min de caminhada leve + 20 min de caminhada moderada. Total: 40 min

Sexta: 15 min de caminhada leve + 30 min (alternar 4 min de caminhada forte + 6 min de caminhada forte com inclinação 3%) + 15 min de caminhada leve. Total: 60 min

Sábado: 10 min de caminhada leve + 80 min de caminhada forte. Total: 90 min

Treino na esteira - Semana 3

Segunda e quarta: 10 min de caminhada leve + 40 min (alternar 1 min de caminhada forte + 1 min de caminhada leve + 2 min de caminhada forte + 1 min de caminhada leve) + 10 min de caminhada leve. Total: 60 min

Terça e quinta: 20 min de caminhada leve + 20 min de caminhada moderada. Total: 40 min

Sexta: 10 min de caminhada leve + 26 min de caminhada forte com inclinação 3% + 10 min de caminhada leve. Total: 46 min

Sábado: 10 min de caminhada leve + 75 min de caminhada forte + 10 min de caminhada leve. Total: 95 min

Treino na esteira - Semana 4

Segunda e quarta: 10 min de caminhada leve + 63 (alternar 1 min de caminhada forte + 1 min de caminhada leve + 2 min de caminhada forte + 1 de caminhada leve + 3 min de caminhada forte + 1 de caminhada leve) + 10 min de caminhada leve. Total: 83 min

Terça e quinta: 20 min de caminhada leve + 20 min de caminhada moderada. Total: 40 min

Sexta: 15 min de caminhada leve + 4 min de caminhada forte com inclinação 1% + 2 min de caminhada leve + 4 min de caminhada forte com inclinação 2% + 2 min de caminhada leve + 4 min de caminhada forte com inclinação 3% + 2 min de caminhada leve + 4 min de caminhada forte com inclinação 2% + 2 min de caminhada leve + 4 min de caminhada forte com inclinação 1% + 2 min de caminhada leve. Total: 45 min

Sábado: 10 min de caminhada leve + 80 min de caminhada forte + 10 min de caminhada leve. Total: 100 min

Treino na rua - Semana 1

Segunda e quarta: 10 min de caminhada leve + 48 min (alternar 1 min de caminhada forte + 2 min de caminhada leve + 2 min de caminhada forte + 1 min de caminhada leve) + 10 min de caminhada leve. Total: 68 min

Terça e quinta: 20 min de caminhada leve + 20 min de caminhada moderada. Total: 40 min

Sexta: 10 min de caminhada leve + 20 min (alternar 2 min de caminhada forte na subida + 2 min de caminhada forte na descida) + 10 min de caminhada leve. Total: 40 min

Sábado: 20 min de caminhada leve + 70 min de caminhada forte. Total: 90 min

Treino na rua - Semana 2

Segunda e quarta: 15 min de caminhada leve + 30 min (alternar 2 min de caminhada forte + 1 min de caminhada leve) + 15 min de caminhada leve. Total: 60 min

Terça e quinta: 20 min de caminhada leve + 20 min de caminhada moderada. Total: 40 min

Sexta: 15 min de caminhada leve + 36 min (alternar 6 min de caminhada moderada na subida + 3 min de caminhada moderada na descida) + 15 min de caminhada leve. Total: 66 min

Sábado: 20 min de caminhada leve + 70 min de caminhada forte + 10 min de caminhada leve. Total: 100 min

Treino na rua - Semana 3

Segunda e quarta: 10 min de caminhada leve + 48 min (alternar 2 min de caminhada forte + 1 min de caminhada leve + 1 min de caminhada forte + 2 min de caminhada leve) + 10 min de caminhada leve. Total: 68 min

Terça e quinta: 20 min de caminhada leve + 20 min de caminhada moderada. Total: 40 min

Sexta: 15 min de caminhada leve + 10 min (alternar 2 min de caminhada moderada na subida + 2 min de caminhada leve na descida) + 15 min de caminhada leve. Total: 40 min

Sábado: 20 min de caminhada leve + 75 min de caminhada forte + 10 min de caminhada leve. Total: 105 min

Treino na rua - Semana 4

Segunda e quarta: 15 min de caminhada leve + 12 min (alternar 5 min de caminhada forte + 1 min de descanso ativo) + 12 min (alternar 5 min de caminhada moderada + 2 min de descanso ativo) + 12 min (5 min de caminhada forte + 1 min de descanso ativo) + 15 min de caminhada leve. Total: 66 min

Terça e quinta: 20 min de caminhada leve + 20 min de caminhada moderada. Total: 40 min

Sexta: 15 min de caminhada leve + 48 min (3 minutos de caminhada forte + 3 min de caminhada moderada na subida) + 15 min de caminhada leve. Total: 78 min

Sábado: 20 min de caminhada leve + 80 min de caminhada forte + 10 min de caminhada leve. Total: 110 min
 
 
Fonte: Revista saúde - editora abril

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Salário-maternidade: direito da futura mamãe

matéria-salário-maternidadeSaiba tudo sobre o benefício: quem pode recebê-lo, quando pedir e qual o valor da remuneração.

No período de licença-maternidade, as futuras mamães têm direito ao salário-maternidade. Ele é um benefício pago a empregada, a trabalhadora avulsa, a empregada doméstica registrada, a segurada especial, a contribuinte individual que se encontra afastada de sua atividade cotidiana por motivo de parto, aborto não criminoso, adoção ou guarda judicial para fins de adoção. Para esclarecer as dúvidas sobre o assunto, conversamos com Eli Alves da Silva, advogado, conselheiro da OAB/SP e Presidente da Comissão de Direito Material do Trabalho da OAB/SP.

Quem tem direito?
Todas as mulheres que trabalham e/ou contribuem para a Previdência Social (INSS), como, empregadas registradas; empregadas domésticas registradas; autônomas (contribuintes individuais); trabalhadoras que prestam serviço a várias empresas, mas são contratadas por sindicatos e órgãos gestores de mão de obra (trabalhadoras avulsas); pessoas com mais de 16 anos que não tem renda própria, mas contribuem para a Previdência Social (contribuintes facultativas); trabalhadoras rurais que produzem em regime de economia familiar, sem utilização de mão de obra assalariada (seguradas especiais) e mães adotivas.

Sou dona de casa. Posso receber o benefício?
Nesse caso, a mulher só terá direito ao salário-maternidade se for uma contribuinte do INSS.

Pedi demissão e descobri que estou grávida. Tenho direito a remuneração?
Se a mulher pediu demissão ou foi demitida, e, descobriu que estava grávida até 12 meses após ter saído da empresa, ela tem direito ao salário-maternidade. Ela receberá o correspondente a média dos 12 últimos salários-de-contribuição, apurados em período não superior a 15 meses.

Minha empresa faliu. Posso requerer o salário mesmo assim?
Sim. Nesse caso, a grávida pode requerer o benefício ao INSS.

Qual é o valor da remuneração?
Isto depende do salário que a mulher recebe. Para quem tem salário fixo, o salário-maternidade é referente ao valor real da remuneração. Segundo Eli, é nesse momento que as progenitoras devem ficar atentas. “É necessário exigir que o valor real da remuneração conste na carteira de trabalho. Isso terá reflexo quando a mulher for receber o salário-maternidade, já que, o que vai ser considerado é o que está registrado”, observa. Por isso, nada de fazer um acordo com o seu chefe e registrar um valor diferente do que aquele que você ganha na carteira de trabalho. Já empregadas domésticas têm direito a receber o correspondente ao valor do último salário-de-contribuição, observados nos limites máximos e mínimos do salário de contribuição para a Previdência Social. As trabalhadoras avulsas vão receber o correspondente a sua última remuneração equivalente a um mês de trabalho, as autônomas e facultativas receberão o correspondente a um doze avos da soma dos últimos doze salários de contribuição. Para as trabalhadoras rurais, o benefício é referente ao salário mínimo, exceto se a pessoa contribuir facultativamente.

Tenho direito ao salário-maternidade por quanto tempo?
O tempo do salário-maternidade é de 120 dias, e, não há previsão na lei para prorrogação do benefício. Somente em casos excepcionais é que o período anterior ou posterior ao parto pode ser aumentado por duas semanas, mediante ao atestado médico específico. Quando se trata de uma guarda judicial para fins de adoção, isto é, no período de pré-adoção, a futura mãe tem direito ao salário maternidade por 120 dias, independente da idade da adotado, limitado até 12 anos. Em casos de abortos espontâneos ou previstos em lei, como aborto decorrente de estupro, a mulher também tem direito ao salário-maternidade de 14 dias. Já quando, acontece uma fatalidade e a criança nasce morta, o direito ao salário-maternidade é de 120 dias.

Quando posso requerer o benefício?
As mães podem solicitar o serviço a partir do oitavo mês de gestação ou 28 dias antes do parto, mediante ao atestado médico, ou a partir da data de nascimento do bebê, constando a cópia autenticada da certidão de nascimento da criança. Em caso de adoção, é a partir da nova certidão de nascimento, onde não aparece mais os nomes dos pais biológicos, que a mãe passa a ter direito ao salário-maternidade.

Como requerer o salário-maternidade?
Geralmente é o setor de Recursos Humanos das empresas, que cuida da parte burocrática ligada aos benefícios destinados aos empregados, que solicitam o benefício. Mas, se não for o caso, as novas mamães podem procurar uma agência do INSS ou realizar o requerimento por Internet.
É importante que as mulheres não cuidem da documentação em cima da hora. Deixar tudo preparado evita stress e ajuda a manter a estabilidade emocional da gestante. Depois disso, é só curtir o tempo com o pequeno, sem se preocupar com demais questões.

Fonte: bebe.com