Com mais de 100 anos de história, o popular
comprimido que afina o sangue também reduziria o risco de as pessoas
sofrerem com câncer.
Já consagrado na proteção contra doenças cardiovasculares,
o uso diário do ácido acetilsalicílico está ganhando uma nova
indicação. Agora, ele também pode ser receitado como uma medida extra na
prevenção do câncer de intestino.
O U.S. Preventive Services Task Force,
entidade que faz recomendações de políticas de saúde pública para o
governo americano, atualizou suas diretrizes sobre o assunto e passou a
sugerir a prescrição do fármaco para todas as pessoas com 50 a 59 anos
de idade, com uma expectativa de vida superior a uma década e que não
apresentem alto risco de sofrer hemorragias — quem não se encaixa no
perfil não se beneficiaria.
“Tomar esse remédio regularmente baixa em quase 25% o risco de desenvolver esse tipo de tumor no
longo prazo”, relata a oncologista Maria Del Pilar Estevez Diz, do
Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Porém, antes de correr para a
drogaria e comprar um estoque dos comprimidos brancos, é importante
buscar a orientação do médico e não deixar de realizar os exames de
rastreamento, caso da colonoscopia.
Esperança frente a tumores cerebrais
Em experimento na Universidade de Portsmouth, na Inglaterra,
cientistas aplicaram uma versão líquida do ácido acetilsalicílico junto
com outras duas drogas em células de glioblastoma, um dos cânceres de
cérebro mais comuns e devastadores.
E a nova formulação foi dez vezes mais efetiva do que qualquer
combinação de quimioterápicos disponível atualmente. “Nós não
esperávamos resultados tão surpreendentes. Estamos conduzindo novos
estudos para comprovar os achados iniciais”, conta o oncologista
Geoffrey Pilkington, líder da investigação. Velhos remédios, novíssimos
usos.
Qual a proeza do ácido acetilsalicílico?
Os especialistas não decifraram totalmente o mecanismo de ação da
aspirina na prevenção dos tumores que atingem o intestino grosso e o
reto. “Ela diminuiria a ocorrência de pólipos, pequenas formações que
podem anteceder uma lesão maligna”, informa Maria Del Pilar. Ainda é
incerto se o medicamento teria o mesmo efeito em outros tipos de câncer.
Fonte: Revista saúde
Com 5 centímetros e 25 gramas, o novo aparelho, chamado de Airing, quer mudar o jeito de tratar o distúrbio por trás dos roncos.
Criado por uma startup americana, o aparelhinho se encaixa nas narinas e joga um jato de ar constante na garganta, o que impede as interrupções na respiração típicas da apneia.
“Ele se vale da nanotecnologia e de microventiladores para manter a
faringe aberta de noite”, descreve a neurologista Dalva Poyares,
presidente da Associação Brasileira de Medicina do Sono.
O sonho é substituir o CPAP, considerado a principal forma de
controlar a doença atualmente — nesse caso, é necessário usar uma
máscara para obter o mesmo efeito. “Mas ainda é preciso iniciar uma
série de testes antes da aprovação do produto”, afirma Dalva. Os
inventores buscam dinheiro em sites de financiamento coletivo para continuar o aprimoramento do Airing. Em três meses, a campanha já superou a meta de arrecadação em 896%!
Compare o CPAP com o Airing
Cpap: no método padrão-ouro, a máscara cobre o nariz
e a boca e joga um fluxo de oxigênio na garganta. Apesar de ser mais
confortável hoje, muita gente acha incômodo e até desiste de usá-la ao
dormir.
Airing: seu objetivo é igual ao do CPAP. Inserido no
nariz, ele trabalha por oito horas seguidas e deve ser descartado após o
uso. A expectativa é que a unidade custe menos de 3 dólares.
Fonte: Revista saúde
Estudo brasileiro associa o excesso de
gordura corporal a uma mastigação inadequada - o que poderia inclusive
contribuir para o ganho de peso.
Um estudo realizado na Universidade Federal de São Paulo
(Unifesp) e na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) teve o
objetivo de avaliar a forma como os adolescentes acima do peso
mastigam a comida. Para isso, os cientistas recrutaram 230 voluntários
com idade entre 14 e 17, sendo 115 meninos e meninas com peso normal e o
restante com sobrepeso ou obesidade. Todos estavam livres de cáries ou
outras condições que afetassem a saúde bucal.
Para conseguir identificar alguma diferença entre os grupos,
foram feitas gravações em vídeo dos adolescentes enquanto eles
mastigavam. A partir da análise de uma fonoaudióloga, descobriu-se que a
turma com quilinhos a mais tinha maior dificuldade para triturar os
alimentos, além de alteração na musculatura da mandíbula.
Nas meninas acima do peso, foi observada uma tendência a
mastigar de um lado só. Isso pode levar, entre outros problemas, a
alterações estruturais de um dos lados do arco dentário, e também a
perdas nutricionais. Já os meninos fora de forma mastigam mais rápido do
que o normal. Uma pena: quando demoramos mais tempo com o alimento na boca, o cérebro libera hormônios responsáveis pela saciedade, o que pode reduzir a ingestão de comida.
Adolescentes com sobrepeso ou obesidade apresentaram ainda
hábitos que podem prejudicar a digestão, como adicionar muito molho à
comida ou beber líquidos junto com o alimento. Ambas as atitudes fazem
com que se mastigue menos e que a comida seja engolida antes do tempo.
Diante disso, o desconforto estomacal é um sintoma corriqueiro.
Os experts não sabem se todas essas alterações estão
relacionadas às causas da obesidade ou aos seus efeitos. Ou seja, será
que a obesidade de alguma forma altera o padrão de mastigação ou é essa
forma de morder a comida que contribui para o acúmulo de gordura
corporal? Mesmo sem a resposta para essa questão, os cientistas reforçam
a importância de observar a maneira como o jovem mastiga para, se for o
caso, sugerir uma ou outra correção – nem que seja só comer com mais
calma.
Fonte: Revista saúde
Com certeza! A obesidade e o sedentarismo estão entre os principais fatores de risco para problemas cardíacos.
Não deixar que o sobrepeso e a obesidade
tomem conta do pedaço é uma meta que vai muito além da vaidade. Já está
comprovado que existe uma relação direta entre o excesso de peso e o
surgimento de males como hipertensão, diabete, taxas altas de
triglicérides e baixas de HDL, o colesterol bom.
Se por si só essas condições contribuem para o aparecimento das doenças cardiovasculares, quando se aliam ao sedentarismo,
então, o perigo dispara. E no Brasil, veja só, tanto o peso de sobra
como a inatividade física são a realidade para mais da metade da
população
Ninguém aqui vai discordar que a correria do dia a dia tem a ver com
esses dados preocupantes. É difícil mesmo resistir à praticidade do
combo hambúrguer, batata frita e refrigerante
no almoço quando a agenda está apertada. E o que dizer de achar tempo
para malhar? Quando a gente se dá conta, os quilos se acumulam e vem
aquela falta de ar até pra subir alguns degraus — é o coração se
esforçando cada vez mais para bombear o sangue.
Não é para sair por aí fazendo loucuras para emagrecer de qualquer
jeito, claro. Os ganhos em saúde e bem-estar dependem de adaptações
muitas vezes simples e prazerosas. A prática de exercícios físicos
é uma delas. E nem estamos falando necessariamente de se matricular
numa academia. Basta incluir uma caminhada em algum momento do dia. Da
mesma forma, fazer escolhas saudáveis à mesa não é nenhum bicho de sete
cabeças. Com o tempo, acredite, você estará celebrando os benefícios:
perda de peso, menos ansiedade, ganho de fôlego, melhora no padrão do
sono…
Fonte: Revista saúde
A hortaliça ajuda na saúde ocular e dá força para os exercícios, e ainda combate a anemia.

Relatos apontam que, no final do século 19, pesquisadores erraram a
vírgula ao quantificar o teor de ferro do espinafre. O vegetal passou
décadas com a fama de esbanjar o mineral e por isso foi, inclusive, o
eleito para dar forças ao intrépido marinheiro Popeye. Tempos depois
ficou comprovado que suas folhas não são as melhores fontes do
nutriente. Entretanto, elas concentram excelentes teores de ácido
fólico, uma vitamina que também atua contra a anemia. Portanto, apesar do equívoco técnico, ele merece prestígio no embate contra o desânimo e a falta de força.
Para completar, a hortaliça garante energia de sobra para os
músculos. O efeito tem relação com uma substância conhecida como nitrato
e que no nosso organismo se transforma em óxido nítrico, favorecendo
uma melhor utilização do oxigênio pelas células musculares. Trata-se de
um grande serviço para os praticantes de atividade física, particularmente.
E, graças aos carotenoides, o alimento é um paladino da saúde ocular.
Ao menos três integrantes desse clã de pigmentos aparecem ali. Há o
betacaroteno, precursor da vitamina A e que afasta a catarata, e, ainda,
a luteína e a zeaxantina,relacionadas ao menor risco de degeneração
macular, outra causa importante de cegueira. Sim, Popeye tinha uma baita
visão.
UM CONSELHO
Para quem não gosta do sabor in natura, que tem um toque amargo, ou
não aprova a textura das folhas, que podem ser difíceis de mastigar,
vale incluir o espinafre na receita de cremes, panquecas e massas. Outra
sugestão é refogá-lo junto de cebola e alho, numa mistura que é rica em
componentes protetores.
Fonte: Revista saúde
Consumir só 400 ml de bebidas adoçadas, diet ou ou zero por dia dobra o risco de desenvolver diabete.
Consumir menos de meio litro de bebidas açucaradas por dia é o
suficiente para dobrar o risco de se desenvolver diabete, mostra um
estudo publicado pela European Society of Endocrinology. E, ao contrário do que pode parecer, quem opta pelas versões diet ou zero não sai ileso a esse risco.
Os resultados foram obtidos após a análise dos hábitos alimentares de
mais de 2 800 pessoas. A pesquisa mostra que a ingestão diária de 400
mililitros (ml) de produtos como refrigerantes ou néctares (refresco que
não é composto exclusivamente por suco integral) aumenta em duas vezes o
risco de diabete.
As versões adoçadas artificialmente, conhecidas como zero ou diet,
apresentaram resultados semelhantes às convencionais. Segundo o estudo,
tal relação pode ser explicada, entre outros fatores, por um efeito
estimulante ao apetite provocado por elas. Ou seja, o
sujeito compensaria a ingestão de uma bebida zero com refeições fartas
na sequência.
Além do diabete tipo 2, a pesquisa analisou também uma variedade mais
rara da doença, a LADA – que é autoimune, assim como a tipo 1, e
geralmente ocorre em adultos. Nos dois casos, constatou-se o risco em
dobro como consequência do consumo de duas doses diárias, cada uma de
200 ml.
Também foi analisada a ingestão de mais de um litro das bebidas por
dia; nesse caso, o risco de desenvolver diabete tipo 2 chegou a ser dez
vezes maior do que entre os que não consomem nenhuma quantidade. Por
conta da baixa frequência com que esse hábito foi relatado, o estudo
destaca que esse resultado é menos expressivo.
A relação do diabete tipo 2 com as bebidas açucaradas já tem sido
evidenciada em trabalhos anteriores. Os riscos em relação à LADA, por
outro lado, não são tão evidentes e foram o principal foco do estudo.
Segundo os pesquisadores, ainda são necessárias novas investigações para
avaliar o elo das bebidas com a LADA e, também, para esclarecer os
efeitos das bebidas adoçadas artificialmente.
Fonte: Exame.com
Estudo brasileiro comprova que tratar o problema de fundo alérgico com imunizantes faz os sintomas darem trégua por um bom tempo.
Há 30 anos, o otorrinolaringologista Edmir Américo Lourenço, da
Faculdade de Medicina de Jundiaí, no interior paulista, deu início à
aplicação de vacinas terapêuticas feitas por ele mesmo em indivíduos com
rinite alérgica. Chamada de imunoterapia, a técnica surtia efeitos
impressionantes. Mas como provar sua eficácia? Em 2005, ele começou a
recrutar pacientes e submetê-los a um protocolo-padrão, como mandam as
boas práticas da ciência. Dez anos depois, os resultados demonstram o
que Lourenço suspeitava: 79% dos voluntários viram as crises de espirro,
coriza e coceira sumirem de vez.
Para o estudo, publicado no periódico International Archives of Otorhinolaryngology,
o médico selecionou 281 pacientes entre 3 e 69 anos – além de rinite
alérgica, alguns sofriam de asma. Primeiro, submeteu essa gente a um
teste de pele que identifica a quais componentes o indivíduo é sensível.
Foram testados ácaro, fungo, pelo de animais, pólen e penas. A partir
dos laudos, o médico elaborou uma vacina para cada paciente. Está aí um
conceito-chave da imunoterapia: o tratamento é personalizado, baseado em
alérgenos específicos. “A ideia é dessensibilizar o paciente até ele
ficar sem sintomas”, explica Lourenço.
Durante 14 meses, os voluntários receberam mais de 30 aplicações da
vacina. As primeiras doses continham uma quantidade pequena dos
alérgenos. A segunda, uma concentração média; a terceira, mais forte; e a
quarta e última dose, extraforte. Os pacientes eram monitorados até 30
minutos após a picada – em caso de reação, os remédios podiam entrar em
cena tranquilamente. Logo após as primeiras sessões, os pacientes
relataram estar com o nariz desobstruído. Um ganho e tanto para quem
vira e mexe se vê com a respiração travada.
Só tem um porém na história: o preço do procedimento. Alguns
hospitais públicos até fornecem a imunoterapia pelo Sistema Único de
Saúde (SUS), mas a maior oferta se encontra em clínicas particulares. “O
tratamento chega a custar entre 6 mil e 12 mil reais por ano”, diz o
otorrinolaringologista Olavo Mion, professor da Universidade de São
Paulo. Na experiência de Lourenço, as aplicações duraram um ano e dois
meses. Mas esse tempo pode se estender até cinco anos.
A imunoterapia que combate a rinite alérgica não é uma técnica nova.
Pelo contrário: trata-se de um método centenário. Em 1911, o cientista
inglês Leonard Noon (1877-1913) publicou o primeiro artigo defendendo a
eficácia das vacinas terapêuticas contra essa condição crônica – hoje,
ela afeta quase um terço da população. “Mas desde 1835 havia relatos de
que era uma alternativa promissora”, conta o médico José Carlos Perini,
presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia.
Desde então, centenas de pesquisas fortaleceram as evidências de que
expor o organismo a microdoses dos alergênicos é uma maneira eficiente
de ensinar as próprias defesas a tolerá-los melhor. No final da década
de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou até a reconhecer a
imunoterapia como único procedimento médico capaz de alterar o curso de
uma doença alérgica.
Acontece que ela não é para todo mundo. Médicos costumam prescrevê-la
a indivíduos que, durante uma crise, formam anticorpos de uma classe de
proteínas batizada de imunoglobulina (famosa pela sigla IgE). Trata-se
de uma das manifestações mais comuns da rinite, mas não a única. Além
disso, as vacinas dão mais certo em quem é sensível a poucos alérgenos.
“E os melhores resultados são contra os ácaros, uma das alergias mais
frequentes”, completa Mion, também presidente da Academia Brasileira de
Rinologia.
São tantos detalhes que, para ter sucesso no tratamento, o jeito é
procurar um alergista com experiência na área – e que faça as aplicações
em uma clínica ou hospital com estrutura para atender eventuais reações
às doses. “Embora não haja relatos de mortes há mais de 30 anos, a
imunoterapia pode ter consequências fatais”, alerta Perini.
Também é bom frisar que falar em sucesso não tem nada a ver com cura –
essa ainda não existe. A grande sacada da imunoterapia é deixar o
indivíduo livre de crises por bons anos depois do ciclo de injeções. “Os
outros tratamentos contra a rinite duram o tempo de ação do
medicamento. Se o indivíduo para de tomar, o efeito acaba”, esclarece o
médico Edmir Lourenço. “Com a imunoterapia, a proteção se mantém”,
assegura.
Ainda assim não dá para relaxar 100%. “Se você tem 3 milhões de
anticorpos e vai para uma casa de praia úmida e suja e entra em contato
com 5 milhões de ácaros, as crises vão voltar”, ilustra Lourenço. É como
entrar em um campo de batalha com milhares de soldados a menos: as
perspectivas não são nada favoráveis. Por isso, certos cuidados
permanecem imprescindíveis após as vacinas. “Lave sempre o nariz com
soro fisiológico, mantenha a casa limpa e evite entrar em contato com o
causador da alergia”, exemplifica a imunologista Mariana Jobim, do
Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Quando o receio é a agulha
As picadas frequentes fazem você torcer o nariz para a imunoterapia?
Então escuta essa: uma versão sublingual não deve demorar muito para
virar realidade. Em um trabalho americano publicado recentemente na
revista Allergy & Asthma Proceedings, foram revisados
experimentos feitos até hoje com as duas técnicas. E ambas se mostraram
eficazes contra a rinite e a asma. “Mas a sublingual só funciona nas
pessoas que seguem as prescrições médicas à risca”, observa Mariana.
Isso porque o paciente tem que tomar religiosamente as doses no período
indicado para desfrutar dos benefícios.
Fora o custo e as agulhas, tem a questão do tempo de acompanhamento:
por ser longo, eleva o risco de desistência no meio do caminho. Mas os
cientistas também estão pesquisando maneiras de resolver esse entrave.
Entre as soluções estão emplastros contendo baixas doses de alérgenos e
esquemas com número reduzido de injeções. Como se vê, a centenária
imunoterapia ganhará novas roupagens. Sinal de que, atualmente, é a
grande aposta para garantir um clima de paz entre o alérgico e seu
nariz.
Diagnóstico mais preciso
Além do teste cutâneo que flagra os causadores de alergia e a dosagem
do anticorpo IgE, os exames de sangue evoluíram muito nos últimos anos.
Um deles, o 3gAllergy, da Siemens Healthineers, faz o diagnóstico em 65
minutos e tem alta sensibilidade para detectar múltiplos alérgenos.
“Como seu resultado é quantitativo, serve também para avaliar se o
tratamento está dando certo”, destaca Gisela Bozzo, gerente de produto
da marca. Outra opção é o ISAC, sigla para Immuno Solid-phase Allergen
Chip, que detecta reações contra 112 alérgenos de 51 fontes diferentes. É
indicado para pessoas com suspeita de serem sensíveis a muitos fatores
ao mesmo tempo.
Qual rinite é a sua?
Existem vários tipos do problema. Descubra qual o seu
Persistente
Dura ao menos de quatro dias a quatro semanas consecutivas. Facilita o
desenvolvimento de resfriados, gripes e sinusite. Está mais associada a
pelos de animais, ácaros e alimentos.
Intermitente
Manifesta-se por no máximo quatro dias ou menos de quatro semanas
seguidas. É conhecida como rinite sazonal, porque costuma estar atrelada
à mudança das estações. Por trás das crises geralmente estão mofo e
pólen.
Leve
A crise é tão branda que não chega a afetar as atividades diárias ou o sono.
Moderada
Os sintomas começam a incomodar, abalando o repouso e a rotina.
Grave
As crises prejudicam seriamente o descanso e a qualidade de vida.
Os principais alérgenos
– Pólen
– Ácaros
– Fungos
– Pelos de animais
– Penas
Fonte: Revista saúde